quarta-feira, 23 de julho de 2014

OBRIGADO JOSÉ ROCHA!


Olá Gustavo,

Não sei se irás ler este mail, ou se irei ter qualquer feedback mas se o leres já cumpre o seu objectivo.

Como é óbvio conhecia o teu trabalho como actor/apresentador e sempre gostei, aqui há uns tempos vi qualquer coisa (já não sei bem onde) acerca do teu trabalho na área do aconselhamento individual, e aquilo tocou-me de alguma forma mas não explorei mais. No outro dia vi a tua participação no "5 para a Meia-Noite" e aí sim, fui mais a fundo e vi alguns vídeos teus inclusive a apresentação na Rainbow.

A forma base como abordas a vida e a solução que encontras passando pela auto-responsabilização é no mínimo fabulosa, eu sempre pensei assim e revejo-me em tudo aquilo que ouvi. O que dizes é a pura realidade, as coisas são assim e ponto. Como é óbvio vou varrer o teu blogue e comprar os teus livros.

Admiro também a coragem que tens em expor as tuas ideias especialmente num país como este, e sendo tu já uma figura pública, poderias ter sempre algo a perder, mas mais uma vez demonstraste quem realmente pilota o avião.

É verdade que há gente a viver mal, mas também é verdade que sempre o houve, o que faz a diferença entre estar no lado bom ou mau é a atitude mental, temos que ser os primeiros a acreditar em nós pois, e como dizes, somos os mais importantes da nossa vida.

Ainda não li o suficiente mas tenho quase a certeza que praticas algum tipo de meditação, estou correcto ?

Entre muita coisa que dizes a mensagem comum a todas as tuas ideias é que o poder para conseguirmos mudar/melhorar está e sempre esteve dentro de nós, claro que esta mensagem vai chegar e produzir efeitos  numa % muito pequena de pessoas, mas se algo mudar já é positivo.

Neste país faltava alguém como tu para tentar abrir e ampliar as mentes que por aí andam, fazes me lembrar o Eckhart Tolle. Daqui por diante irei sem dúvida seguir o teu trabalho e será um enorme prazer  dar-te um abraço um dia destes talvez num dos teus Workshops.

Grande Abraço.

José Rocha

segunda-feira, 14 de julho de 2014

TODOS OS SONHOS SÃO POSSÍVEIS!


Ontem foi dia de almoçarada em casa da sogra!
Mesa farta, gargalhadas, música ao vivo, histórias do antigamente, enfim, o melhor de África com o melhor de Portugal. Comi como se nunca tivesse ouvido falar em disciplina, abracei gente boa, fechei os olhos muitas vezes para sentir o vibrar da guitarra na minha alma e ri com as habituais e mirabolantes histórias de quem passou ou ainda vive por terras angolanas.
Bom, mas por incrível que pareça, esta nota introdutória foi o menos interessante da tarde que acabou por se arrastar até à quase noite. Aquilo que me marcou e me emocionou foi mesmo o que vivi com um miúdo de dez anos, chamado Té!
Quando chegámos à humilde casa da alegria, eu e a minha namorada, fomos imediatamente abraçados por este puto. Viu-nos entrar, largou o que estava a fazer no sofá e exclamou: Tios!! Este parentesco do coração, não de sangue, sabe-me bem pois gosto do miúdo de lés a lés daquele metro e pouco que tem. É um guerreiro, soube sofrer numa idade em que apenas é suposto brincar e, melhor ainda, apesar de não estar a salvo de novas complicações de saúde ninguém dá por isso. Tem essa mestria dentro dele. É um mestre, portanto.
Depois do abraço, voltou para o sofá, sentou um computador arcaico ao colo e ali ficou o tempo suficiente, calado e concentrado, até aquele comportamento chamar a minha atenção. Sentei-me ao seu lado e perguntei-lhe o que estava a fazer. Disse-me que estava a ver jogos para a “PlayStation”. Vi-o correr pelo menos quatro páginas inteiras de jogos no “Google”. Perguntei-lhe qual era o seu jogo favorito, ele respondeu-me “GTA”, o qual tinha em minha casa, e depois perguntei-lhe se era bom a jogar aquilo. Ele disse-me que não sabia porque não tinha “PlayStation”, mas que tinha um amigo que lhe tinha pedido para ele pedir uma à mãe para que, dessa forma, fosse possível jogarem “online”. Ora, a mãe deste puto, outra lutadora da cabeça aos pés e que apesar das enormes dificuldades nunca esconde o sorriso, não tem como materializar um pedido destes ao filho, sabia eu, portanto aquele desejo ficaria eternamente no ar durante, pelo menos, os próximos anos e os miúdos nunca viveriam o desejo maior de jogarem juntos.
Foi neste momento que senti a magia. Uma voz dentro de mim, da alma mesmo, pediu-me para realizar-lhe aquele sonho. Foi uma sensação maravilhosa que rapidamente se tornou numa convicção. Não pelo simples dar, mas pelo facto deste puto, apesar da consciência das dificuldades, nunca ter desistido de acreditar que era possível e, por isso mesmo, continuava a ver jogos que poderia eventualmente jogar se tivesse a dita máquina. O que ele me mostrou, sem perceber, é que estava a co-criar o seu destino e isso é absolutamente divino. Num ápice, saí de casa com a minha namorada, fomos à “Worten”, despachámos o assunto em menos de nada e regressámos à casa cheia, de mesa agora mais despida.
Chamámos a minha sogra, cuja adoração pelo miúdo é imensurável, chamámos a sua mãe, algumas visitas aperceberam-se de que algo ia acontecer e um silêncio bonito juntou-se à festa. Sentei-me, então, ao seu lado e disse-lhe como se não tivesse apenas dez anos:
- O tio vai dizer-te uma frase para tu repetires e nunca mais te esqueceres, pode ser?
O miúdo não percebeu nada, porém, e segundos depois, acabou por assentir com a cabeça. Tinha não sei quantos olhos, tão curiosos como ele, a olhar para ele.
- A frase é: TODOS OS SONHOS SÃO POSSÍVEIS.
- O quê?
A malta riu-se.
-Repete esta frase do tio: TODOS OS SONHOS SÃO POSSÍVEIS.
A plateia começou a dizê-la e o puto foi atrás, até que, e já em silêncio, a disse sozinho:
- TODOS OS SONHOS SÃO POSSÍVEIS!
Nesse momento levantei-me, fui buscar a prenda, embrulhada e tudo, e entreguei-lha. Não era Natal, não era o seu aniversário, era apenas o resultado daquilo que ele, sem ter consciência, tinha criado mesmo à minha frente. Quando queremos muito uma coisa, a energia que depositamos nesse desejo aliada a todas as ações que nos são possíveis tomar fazem com que, mais tarde ou mais cedo, tudo se realize.
A sua reação não se conta por palavras. A emoção que se viveu naquela casa também não.
E quando disse, abraçado à mãe, que agora só lhe faltava o tal “GTA” para começar a jogar, eis que lhe é entregue em mão. Para quê ter uma coisa em casa que não lhe damos valor, se a podemos oferecer a alguém quando é tudo o que essa pessoa quer?
Hoje é outro dia, porém há uma imagem que não me larga a cabeça: vê-lo a dar festinhas na embalagem sem perceber que o estava a fazer.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

SABES QUAL É O SENTIDO DA TUA VIDA?


Na vida existem dois caminhos: ou sentes mais ou sentes menos. Não sentir não é um caminho, é um poço negro, fundo e denso para onde se cai e nunca mais se é encontrado. Agora, em qual destes trilhos te encontras tu? Permites-te desejar, ser desejado e desejarem juntos? Ou segues todas as regras como um lindo menino da catequese? E as pessoas com quem te dás? Sentem, fingem que sentem ou já desapareceram e ninguém lhes disse nada? Sabes quem és? Ou já te perdeste? Onde? Por quem? O que aconteceu? Demasiadas perguntas do chato do costume, não é? Aguenta-te. Antes assim, que acabares por dar aquele passo em falso e caíres no buraco lamacento que fica mesmo mesmo no final do caminho em que se sente menos, bem lá ao fundo onde já não se sente nada. Se já caíste, eu explico-te o que aconteceu, das duas uma, ou não te questionaste atempadamente ou questionaste alguém sobre a tua própria vida. Por outras palavras, ou estiveste nas tintas para ti demasiado tempo ou tinhas tanto medo de perder fosse quem fosse que te perdeste sem dares conta. Bonito serviço.
A única pessoa que sabe tudo a teu respeito és tu, portanto não peças conselhos a ninguém sobre o que deves ser ou fazer, permite-te escutar a tua intuição. Ah, e se porventura alguém se armar em Chico-Esperto e te impuser um caminho, ouve o que esse energúmeno que escolheste para a tua vida te diz, reproduz para dentro, questionando-te, e depois age em conformidade com a tua resposta. Sim, com a tua resposta. Mais, se o que te respondeste foi diferente da imposição que te foi feita, livra-te desse egocêntrico para sempre.
Todo o ser humano que impõe como forma de agir, é alguém que necessita profundamente de ter os outros porque não se tem a si mesmo, é alguém que já está no fundo do poço e depende do amontoar de pessoas desde a base até à superfície para conseguir escalá-lo. Se visualizares isto, a imagem que obterás é terrivelmente obscena. É aí que te encontras? És um desses corpos esmagados que vês?
São as perguntas que te fazes ou que te são feitas que te mostram o caminho. Nada mais, mais coisa nenhuma. Se estiveres a ler isto no fundo do poço, é uma sorte. Aliás, nem sei como conseguiste que te arranjassem corrente eléctrica lá para baixo, mas ainda bem. Gosto de acreditar que somos todos capazes de dar a volta, portanto agarra bem esta oportunidade.   
Enfim, o importante é saber, então, qual a principal ilação a tirar disto tudo, certo? Pois bem, ei-la:
AS PESSOAS DEIXAM DE SENTIR PORQUE QUEREM!
Exato. Ninguém deixa de sentir porque se esquece ou porque não pode. É impossível. Sentir é inato e nós podemos sempre na medida que queremos. Sentir nasce connosco. É uma capacidade que já vem de outras vidas e que seguirá para a próxima, como tal, é algo que é suposto percorrer-nos do norte ao sul da nossa estadia.
SENTIR É O SENTIDO DA VIDA.
Mas então qual será o motivo que leva as pessoas a deixar de sentir? Simples, é muito mais fácil pensar. Pensar não implica riscos, podemos fazê-lo na nossa zona de conforto e também não nos aufere qualquer tipo de responsabilidade. A malta gosta disto. Gosta de morrer aos poucos como todos os outros. Fazer o quê? O importante frisar, e para que não se adicione ainda mais desresponsabilização à espécie de vida que estas pessoas têm, é que a queda no poço é uma escolha absolutamente consciente. Todos aqueles que caem, caíram porque quiseram.
Agora, e verdade seja dita, a sua escalada também é uma decisão em consciência, porém nunca, repito nunca, poderá ser às custas de ninguém, pois não foi A nem B que te puseram lá, foste tu! E se foste tu, és também tu, só tu, que podes fazer o caminho ascendente. Se é possível? Claro. Se é difícil? Muito. Se vale a pena? É tudo o que vale a pena. Vais cair muitas vezes, é o preço a pagar pela indiferença de tantos anos, mas uma coisa também te garanto, se fores persistente e respeitares sempre o que é melhor para ti, chegará o dia em que conseguirás alcançar a superfície. Dessa data em diante, e com a força interior que soubeste somar perante as adversidades e as convicções que aprendeste a teu próprio respeito, passarás a ser um canal divino, alguém com o incrível poder de transformar qualquer problema em soluções, qualquer dor num bom significado e inspirar todos aqueles que te rodeiam.
E olha, tenho mais uma coisa para te dizer:
TAMBÉM EU SAÍ DO POÇO. JÁ PASSARAM ALGUNS ANOS DESDE QUE FIZ ESSA ESCALADA SOZINHO E O RESULTADO, MAIS DO QUE AQUILO QUE VÊS, É TUDO O QUE SEI A MEU RESPEITO. SE EU FUI CAPAZ, TU TAMBÉM ÉS. SÓ TENS DE QUERER E ACREDITAR TANTO COMO EU.  

quinta-feira, 3 de julho de 2014

CARTA ABERTA DE GRATIDÃO A TODOS!


Ontem foi um dia muito especial para mim, marcante mesmo, como tal, e porque a gratidão vive em mim como o espírito de conquista, faço questão de vos endereçar publicamente um enorme “OBRIGADO” pelo que me fizeram sentir sem que o soubessem que estavam a fazer. Passo a explicar:

- A CAUSA (números aproximados durantes as últimas vinte e quatro horas)
. 1800 Likes novos na minha página de Facebook
. Alcance máximo de pessoas num “post”: 157000 no vídeo “Quanto tempo esperarias pelo amor da tua vida”
. 7000 Visitas ao meu Blogue
 . 200 Seguidores novos no Instagram (Oficial_GustavoSantos)
. 80 Emails com testemunhos absolutamente maravilhosos, questões e muita gratidão.

- O EFEITO
Sempre que uma voz se ergue, por muito bem intencionada que seja, gera sempre admiração, discordância e ódios. Faz parte. É assim mesmo. E não há problema nenhum nisso. A minha jamais se calará, aconteça o que acontecer, digam ou escrevam o que quiserem. Já o escrevi e repito:
QUANDO UM HOMEM SABE A SUA MISSÃO, É MUITO DIFÍCIL TRAVÁ-LO!
E assim é comigo, eu sei perfeitamente qual é o meu caminho, por onde terei de ir e quais os enormes desafios que essas escolhas implicam. Não tenho medo. Sou um guerreiro e um guerreiro não teme porque sabe que possui a maior arma de todas, a sua intuição. A mim, basta-me confiar naquilo que sinto para viver com a certeza que estou a dar largos passos rumo ao meu destino.
A maior parte das pessoas sabe identificar quem é o bem, sabe respeitar quem se limita a partilhar o que é uma verdade para si mesmo e sabe tirar o sumo da fruta daquilo que ouviu ou leu e bebê-lo por forma a permitir-se inspirar, porém, muitas outras existem que, por terem tido educações diferentes, nem melhores nem piores, apenas diferentes ou se terem apartado de si mesmas em escolhas, muitas delas inconscientes, ao longo das suas vidas, discordam, e com toda a legitimidade, daquilo que possa estar diante delas. Acredito que um dia mais tarde, interrogar-se-ão sobre o que em tempos ouviram ou leram e porventura ficarão mais próximas de dar um pequeno passo atrás para que depois consigam dar uns mil em frente. E por último, ainda existem aquelas pessoas que apenas julgam, ameaçam e ofendem gratuitamente, espelhando para os outros o ódio e a raiva que remanesce dentro delas. A justificação também é entendível, o problema é que ainda estão muito distantes de si mesmas e porventura esta vida não lhes chegará para se aproximarem do amor-próprio que tanto precisam para serem felizes. Sim, esta categoria de pessoas olha para quem traz algo de novo ou para quem simplesmente os questiona como enormes ameaças à sua ignorância, indiferença própria e ausência de conhecimento próprio, como tal, atiram palavras como se fossem pedras esquecendo-se que tudo o que arremessam contra alguém que se ame, faz ricochete e volta para elas mais tarde ou mais cedo. Ou seja, o ódio que debitam é sempre para consumo próprio. A nós, aos conscientes, compete-nos aceitar este comportamento, não investir qualquer energia no mesmo, porém, estar atentos a um eventual pedido de ajuda. Sim, esta malta precisa muito de ser ajudada, mas para que tal aconteça serão eles que terão de dar o primeiro passo.
Resumindo, a todos um enorme obrigado pelo coração cheio com que fui ontem para a cama. Adormeci com uma enorme sensação de realização, de missão cumprida e com a mais profunda convicção de que a mensagem de amor-próprio que partilho há tantos e tantos anos, seja em livros escritos, pessoalmente para uma, dez, cem ou mil pessoas, e até mesmo nas partilhas diárias que diariamente faço nas minhas redes sociais, está finalmente a tomar proporções notáveis. Não tenho dúvidas, é este o projeto para a humanidade, é este o desejo da alma e só esta tomada de consciência conseguirá salvar os afetos, a solidariedade, a compaixão e, naturalmente, o amor pelo próximo.
AMA-TE, AMARÁS TUDO O QUE TE RODEIA IMEDIATAMENTE A SEGUIR!
Obrigado pela mão dada gente querida.

terça-feira, 1 de julho de 2014

TUDO SE TREINA, TUDO SE TRANSFORMA!


A vida está em constante mudança e quem não se muda com ela corre o enorme risco de ficar para trás, perder o fio à meada e de ficar sem saber quem é e o que anda aqui a fazer. Nesse sentido, e porque sou um aficionado pelo treino e porque quase todos os dias me perguntam como me consigo manter em forma e sempre com um sorriso aberto, achei interessante abordar o exercício físico, seja ele in ou outdoor, como a metáfora perfeita para a nossa própria vida. Sim, tal e qual.
Como na vida, distingo no ginásio três tipos de pessoas:
- Aqueles que vão porque sim.
- Aqueles que vão porque alguém os manda ir.
- Aqueles que vão porque são apaixonados por aquilo e por todo o prazer e benefícios que o exercício envolve.
Na vida, e só para confirmar o que acabei de profetizar umas linhas acima, também existem os que vivem só por viver, aqueles que vão para onde for porque não sabem para onde ir e fazem tudo o que os outros querem que seja feito, ignorando as suas próprias vontades, e depois existem aqueles a quem chamo de guerreiros, onde naturalmente me incluo, que em tudo o que fazem estão a cem porcento e se entregam ao momento como se fosse, literalmente, o único e último das suas vidas. Aliás, a paixão a isso obriga e o prémio é sempre em prazer.
Treinar, assim como viver, é portanto algo a que todos temos acesso, a todos faz bem e só quem se deixa levar pela preguiça ou pela desculpa esfarrapada da falta de motivação é que abre mão de algo tão empreendedor. Aliás, e para que fique claro, a tua eventual falta de motivação não é do treino, é de veres aquilo que vês quando olhas para ti. Dói não dói? Temos pena. Olha o treino também arde que se farta, mas como o que arde cura pode ser que seja esse o caminho para a tua redenção. O que achas? Ah, sim, outra coisa, treinar não implica mexer nas finanças. Basta sair à rua, caminhar, correr ou então, e ainda mais fácil, fazer flexões ou abdominais no chão do próprio quarto. Desculpas? Desculpa, mas não aceito.
Portanto, é simples, certo? E o bem que faz à saúde? E as vezes que te desliga a mente? E a sensação de missão cumprida sempre que acabas de rastos? E a ausência de vontade de fumar ou comer mal logo a seguir ao treino? E a sensação de superação? E as pessoas que conheces? E o mais importante de tudo? A confiança! Sim, quem treina, e por todos os motivos e mais alguns, tem mais habilitações para confiar em si do que os outros. Dúvidas? Experimenta.
Por falar em confiança, partilho contigo o hábito que tenho de dividir a confiança de uma pessoa em três parcelas exatamente iguais:
- 33.3% pela forma física.
- 33.3% pela forma como comunicamos interiormente, se através do elogio ou da culpabilização.
- 33.3% por tudo aquilo que nos permitimos, ou não, sentir.
Resumindo, se não te sentes bem com o teu corpo, e já nem falo na lástima que pode estar por dentro, um terço da tua confiança foi à vida. Mais, sem essa parcela, e como deves calcular, o teu discurso interno não será soberbo e depois, naturalmente, a tua entrega também não será a mesma do que se te sentisses bem na tua pele. Ou seja, não estou a querer dizer que treinar é tudo, isto é uma metáfora lembras-te, mas que é uma peça chave no nosso equilíbrio e bem-estar, que é uma oportunidade de nos sentirmos melhor e mais vivos e um tremendo exemplo de que podemos transformar a nossa vida treinando, é. Quem se supera no ginásio ou numa corrida ao ar livre, tem ferramentas para superar seja o que for. É mais fácil. Porquê? Porque a superação obriga-nos a olhar para dentro e reconhecer o nosso caminho, as nossas escolhas e as nossas conquistas. Com isso feito, somos donos de uma consciência maior a nosso respeito e estamos, então, muito melhor preparados para a dor e qualquer vicissitude da vida.
O treino, assim como a vida, ensina-te a conhecer-te, transforma-te, muda-te e faz de ti tudo o que sempre ambicionaste ser, portanto, treina bem, alimenta-te melhor e viverás para sempre enquanto fores vivo. Sim, há uns e outros que já morreram, mas ainda ninguém lhes disse nada. Shiuuuuuuu, deixa-os pousar!
De mim para ti:
TREINA-TE, TRANSFORMA-TE E AMA-TE, TENS A TUA VIDA NAS MÃOS.