domingo, 20 de abril de 2014

in "A FORÇA DAS PALAVRAS"!


(...)
O nosso índice de confiança dispara em cada experiência que escolhemos viver e como já todos experimentámos já todos sabemos disto. Não se trata de novidade nenhuma para ninguém e se não o é, do que é que estamos, então, à espera para experimentar mais e melhor?

Se a possibilidade de nos tornarmos mais conscientes a nosso respeito e potenciarmos a nossa relação interna se encontra ao virar da esquina por que razão não a dobramos?

É claro que, facilmente, se pode deturpar o que ando para aqui a dizer com as más experiências, com aquelas que infligiram dor, tristeza e até bloqueios, mas isso nada tem a ver com a prática em si, fomos nós que lhes demos o significado errado. E como é que se dá o significado que não interessa? Já o disse inúmeras vezes, remetendo-nos exclusivamente ao resultado ou seja, e por exemplo, a algo do género:

- Eu experimentei entregar-me e ela deixou-me
- Eu experimentei falar com o meu chefe e ele despediu-me.

Em ambos os casos, e é bem visível, estamos a sobrevalorizar apenas a parte má da história, ou seja, naquilo em que resultou, sabotando, assim e sem qualquer misericórdia, todas as conquistas que alcançámos no percurso até nos sentirmos confiantes para passar à ação.

- E o medo que superei até me permitir sentir?
- E os bloqueios que curei?
- E o poder da entrega?
- E o prazer de estar no “Agora”?
- E a coragem que descobri em mim por conseguir dizer o que pensava e sentia ao meu patrão?
- E a força que agora sei ter?
- E a certeza de que sou capaz? De que tudo me é possível? E de que mereço sempre mais e melhor?

Pois é. Já tinhas pensado nisto? Acredito que tenha doído o facto de deixares de estar com uma pessoa que amavas ou que seja muito triste perder o emprego e ter de apertar nas contas mensais, mas e o que ganhaste?
(...)

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