sexta-feira, 18 de abril de 2014

in "A FORÇA DAS PALAVRAS"!


Eu também, e há muitos anos atrás, já passei por esse labirinto, pelo não me reconhecer e pelo não dizer aos outros o que pensava e sentia para não correr o risco de perder as pessoas ou o emprego, para não magoar e blá blá blá...
Sabes o que ganhei? Nada. Ou melhor, ganhei sim, ganhei tensão alta, raiva, rancor, culpa e agressividade. É isto que tens sentido, certo? Deixa-me dizer-te, então, que enquanto forem apenas estes os sintomas não estás nada mal, é que a seguir, e se mantiveres o mesmo padrão de comportamento, qualificas-te automaticamente para a liga dos campeões das doenças. Falo-te de cancros, AVC´s, depressões, fibromialgia e por aí adiante. É verdade, as palavras não ditas a teu respeito e a quem o devem ser, geram as piores enfermidades.
No meu caso pessoal escolhi mudar e felizmente fi-lo a tempo de evitar males maiores para mim. Sou saudável sim, mas sabes o que mais ganhei? Confiança e respeito. Confiança em mim e o respeito dos outros. Mais, uma espécie de capacidade para aceitar as minhas decisões menos felizes e seleccionar naturalmente as pessoas. Umas escolheram ir-se embora, de rabo entre as pernas, ameaçadas que se sentiram pela minha força, e outras foram irradiadas sem que para isso existisse alguma obrigação, dor ou pena. Nada. Sempre que confias em ti és respeitado pelos outros. É uma lição de vida. E sabes porquê? Porque poucos confiam, logo, querem ser como tu. Sem saberes, e apenas por dizeres o que pensas e sentes a teu respeito e a respeito dos outros, tornas-te num modelo de inspiração, numa referência a seguir, numa pessoa exemplar.
                                                                                 (...)

2 comentários:

  1. Gostei imenso deste pequeno excerto...

    ResponderEliminar
  2. Gustavo li o teu livro e adorei, assim como tinha adorado o "Agarra o Agora", há dois anos passei por uma situação complicada e os teus livros ajudaram-me imenso, foram inspiradores! Obrigada por escreveres tão bem, ajudares tanta gente, e seres quem és. Não te conheço pessoalmente, mas seguramente deves ser uma daquelas raras pessoas "grandes"!

    Isabel.

    ResponderEliminar