terça-feira, 5 de março de 2013

EXCERTO DA INTRODUÇÃO

Sentes?
Costumas sentir?
O quê? Que sensações?
O que muda quando sentes? O que sentes quando sentes? Perguntas difíceis, certo? E sabes porquê? Porque estás habituado a outra coisa, acostumaste-te a não ser. A sério, acredita em mim, não és. Queres ver como tenho razão? Vou dar a volta à questão e levar-te à conclusão onde quero que chegues.
Pensas?
Costumas pensar?
No quê? Em que pensamentos?
No que pensas quando estás a pensar? Mais fácil, certo? Tão mais fácil. Já percebeste? Desenhos não faço porque não tenho jeitinho nenhum, mas parece-me claro como a água, até para os tristes e fanáticos pensantes, que quando pensamos não sentimos. Ora, partindo do pressuposto inquestionável que cada um de nós é aquilo que sente, quando não sentimos não somos. O coração só sente quando a mente se cala e é essa a minha proposta com este livro, levar-te a sentir para que possas, de uma vez por todas, ser o que verdadeiramente és: feliz.
Após o tremendo êxito do meu anterior livro, “Arrisca-te a Viver”, do sucesso do respectivo Workshop que me deu a oportunidade de trabalhar com centenas de pessoas pelo país inteiro e das sessões individuais de Life Coach que facilito, cheguei à conclusão que, apesar dos épicos resultados que a maioria das pessoas apresentava, era necessário adicionar mais um ingrediente, algo que fosse mais prático, eficaz e inesquecível e que as tornasse verdadeiramente conscientes do poder pessoal que morava em cada uma delas. Essa iguaria de que te falo, vim a perceber, era o “Agora”, o teu passaporte para a magia.
E o que é o “Agora”? É uma cascata de sensações. É tudo o que sentes quando paras de pensar. És tu quando vibras. É a perfeição no verdadeiro sentido da palavra. Falo-te de uma magia que está ao alcance de todos e que todos, sem excepção, podem experimentar. Ser no “Agora” é estar acima e à frente dos que estão, constantemente, nos três tempos que conheces: Passado, Presente e Futuro. Sim, estar no “Agora” não significa estar no Presente, pois o “Agora” não é prisioneiro do tempo, logo os minutos não têm sessenta segundos nem as horas sessenta minutos. Adiante partilharei contigo esta minha descoberta, mas uma coisa te garanto desde já para que durmas sobre o assunto: o verdadeiro segredo não passa por ter pensamentos positivos, mas sim por agarrar o “Agora”. É esse, aliás, o meu único compromisso ao longo destas páginas: guiar-te até lá, para que o possas agarrar como se não houvesse amanhã.

in Introdução 

1 comentário:

  1. Adorei a perspectiva do AGORA no tempo!
    Sim, porque realmente, eu posso estar Agora na minha infância toda, num minuto!

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