quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Revista Zen - Junho 2012



A timidez, esse sintoma patente na maioria das pessoas, ao contrário do que se possa pensar não é monstro nenhum, é apenas uma epidemia da mente, ou seja, sinónimo da falta de confiança, apenas isso. E escrevo “apenas” porque existem inúmeras soluções para essa condição, a principal começa por tomar consciência de que a mente existe para criar e não para controlar, assim, sempre que ela te entope de lixo significa que não estás a dar o melhor de ti e que estás a sabotar a tua própria experiência.  

Como passar, então, de criador a controlador?

Começa a escolher o que pensas. Se te vem uma imagem má à cabeça escolhe colocar uma boa por cima, se te vem uma frase que te magoou ao pensamento escolhe ouvir o último elogio que te fizeram ou se o medo é tão grande que não te consegues mexer, levanta-te e realiza a primeira paixão que te vier à cabeça: vai à praia ver o mar, entrega-te ao teu hobbie, marca um encontro com um amigo, abraça, beija. Se é assim tão fácil? É! Só precisas estar desperto, consciente de que tu és o maestro da tua vida. 

Respira fundo, valoriza o bater do teu coração.

A partir do momento em que começas a dominar a tua mente, começas a ganhar confiança e a vencer a timidez, pois estás a saber alimentar-te com boas ideias, melhores imagens e excelentes emoções e assim não há como vacilares, como duvidares de ti, como te pores em causa perante qualquer desafio. O vocabulário que a tua mente utiliza é fundamental para atingires qualquer forma de sucesso, portanto alinha-te e responsabiliza-te, pois além de começares a trilhar o caminho da tua felicidade, também te tornarás num líder de valores e num exemplo de saber Ser.

É que há muito por ser e muito para fazer, o mesmo é dizer que há muito por descobrires em ti e tanto para dares aos outros e, hoje em dia, já nada te serve de desculpa para não cumprires o teu dever e atenta nisto que te vou dizer: é da tua total responsabilidade viver para inspirar. E quem não conseguir fazer através de acções palpáveis, públicas, íntimas ou massivas, pode começar por fazê-lo à meia-luz, do seu sofá para o mundo, portanto não é uma questão de vergonha ou timidez, é uma questão de vontade e de saúde mental, é estar alinhado com um sentido nesta vida, com um verdadeiro sentido de missão.

Pensa agora no que te apetece mesmo fazer ou dizer a alguém. O que é que te impede? Se olhares à tua volta não estás amarrado a nada nem ninguém te está a tapar a boca, certo? Então, quem te impede? A tua mente, claro! Assim e só desta vez, para começar, experimenta visualizar o resultado que desejas em detrimento de dares atenção ao que é costume pensares e vais ver se não começas, agora mesmo, a criar uma vida fantástica, a tua vida de sonho!

Arrisca-te a viver!

Paz,

Gustavo Santos

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